Eco atitude do dia – dia 39

A lâmpada queimou? Ótimo, aproveite e troque por outra de menor consumo! Hoje, na casa Modelo, foi trocada a última lâmpada incandescente, por uma de SuperLeds.

Lâmpadas incandescentes liberam a maior parte de sua energia sob a forma de fótons de luz infravermelha carregados de calor. Apenas cerca de 10% da luz produzida alcança o espectro visível, o que dá baixa eficiência energética para a lâmpada. As halógenas, mais modernas e com maior diversidade de iluminação, também são incandescentes e também não são muito eficientes energeticamente. Alguns exemplos de halógenas são (Fonte: Dcoração):

As novas gerações de lâmpadas eletrônicas e leds vêm se aprimorando e hoje podemos dizer que não há nenhum tipo de iluminação incandescente que não podemos substituir por outra de menor consumo. As lâmapadas incandescentes comuns podem ser substituídas por fluorescentes compactas, as dicroicas por dicroicas led, as PAR 20 por PAR 3 superLED:
Veja a comparação:

Um pouco mais sobre LEDs:
Não podem ser chamados de lâmpadas, pois geram luz por um princípio muito diferente, são diodos emissores de luz e funcionam através de um pequeno chip.
O que o LED tem de bom:

  • Baixíssimo consumo, já que os sistemas de iluminação consomem de 1 a 5 Watts;
  • Alta durabilidade, podem durar até 50 vezes mais que uma lâmpada comum, tornando o seu custo válido (geralmente são o dobro do preço das lâmpadas halógenas, por exemplo).

O que o LED tem de ruim:

  • Baixo fluxo luminoso, funcionando melhor quando está próximo da superfície a ser iluminada, não é indicado para pés direito altos;
  • Baixo índice de reprodução de cor: apesar de já haver no mercado LEDs com boa iluminação, seu indice ainda é menor que as halógenas.

Há outras opções para os casos de teto alto e necessidade de boa reprodução de cor?
Sim, para isso ainda há lâmpadas HCI que funcionam com vapor de sódio e são consideradas as mais eficientes do mercado, apesar de serem mais caras também. Saiba mais no site da Osram.

E não esqueça de descartar corretamente sua lâmpada velha! Você pode fazer isso levando até a loja que você comprou!

Eco atitude do dia – dia 7

Na nossa casa, instalamos um sistema de aquecimento de água por placas solares. Basicamente o sistema funciona da seguinte forma: a água fria circula por placas sob o sol, o que a aquece. A água quente naturalmente sobe para um boiler para armazenagem, de onde vem a água para o banho. Acho esse sistema extremamente simples e eficiente, como todas as coisas inteligentes e inspiradas na natureza.

Pela nossa experiência, no verão o sistema é extremamente auto suficiente, e a água chega a 50-60 graus Celcius no verão quando o dia tem sol e permanece quente por até 3 dias nublados. Isso permite uma economia de cerca de R$ 60,00 mensais na nossa conta de energia no verão, 60% de economia! No inverno, é um pouco diferente, a água só fica quente em dias muito ensolarados e atinge no máximo 40 graus Celcius, necessitando de um apoio, no nosso caso é um chuveiro elétrico com a chave na posição verão, o que ainda nos dá uns 30% de economia de energia.

Se você pretende instalar um sistema de aquecimento solar, preste atenção: ele realmente não pode ser utilizado sozinho, mas não instale boiler com aquecimento elétrico, pois isso custará caro e não é nada eficiente! O boiler fica aquecendo mesmo quando não tem ninguém usando a água! A dica é usar mesmo o chuveiro elétrico, barato e eficiente, ou usar uma serpentina no fogão a lenha ou lareira, que são mais usados no inverno:

Bom, mas voltando à ecoatitude do dia, ontem a água estava morninha e eu não queria usar o chuveiro elétrico, tomei um banho ultra rápido! Essa é a atitude: economize água e energia no banho: tome banhos rápidos e eficientes!

De acordo com a Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de 3,3 m³/pessoa/mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene). No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia! Os brasileiros gastam água demais no banho, até mesmo porque tomamos banho todos os dias, prática incomum no mundo, sabia? Mas não precisa parar de tomar banho, basta diminuir o tempo no chuveiro, um banho de 15 min gasta em torno de 135 litros de água, se diminuirmos pela metade, o que já é um bom banho, economizamos no final do mês mais de 2 mil litros!
Ah! Se vc mora em prédio e a pressão é muito alta, instale no chuveiro um controlador de vazão e economize mais água!

Isso sem falar que o banho também consome energia, um banho de chuveiro elétrico de 15 mim consome 135000W. Se o aquecimento for a gás ou a óleo, também estará consumindo energia, provinda do petróleo, material poluente e não renovável. Achei uma pesquisa feita pela USP que comprovou que o melhor e mais eficiente aquecimento de água é o solar + chuveiro elétrico, como ele se paga com o tempo (em média 3 anos) já que não consome muita energia, o custo acaba ficando igual ao chuveiro elétrico sozinho! Vejam a pesquisa:

Chuveiro elétrico
Água: R$ 0,13
Energia elétrica: R$ 0,09
Gás: –
Total: R$ 0,22

Consumo de água: 4 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 31
Híbrido (solar + chuveiro elétrico)
Água: R$ 0,14
Energia elétrica: R$ 0,08
Gás: –
Total: R$ 0,22

Consumo de água: 4,1 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 888
Solar
Água: R$ 0,31
Energia elétrica: R$ 0,04
Gás: –
Total: R$ 0,35

Consumo de água: 8,7 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 4.045
Gás
Água: R$ 0,28
Energia elétrica: –
Gás: R$ 0,30
Total: R$ 0,58

Consumo de água: 9,1 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 945
Boiler elétrico
Água: R$ 0,25
Energia elétrica: R$ 0,53
Gás: –
Total: R$ 0,78

Consumo de água: 8,4 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 1.855

Despesa mensal para família de quatro pessoas (cada um toma um banho por dia)

Chuveiro elétrico: R$ 26,40
Híbrido: R$ 26,40
Solar: R$ 42,00
Gás: R$ 69,60
Boiler: R$ 93,60

Dúvidas sobre aquecimento solar? Acesse aqui.

Construção com terra crua

A construção com Terra é uma das técnicas mais antigas utilizadas na construção civil. Seu resgate vem se intensificando na última década na medida em que a demanda por construções mais sustentáveis se estabelece. O alto custo energético dos materiais utilizados hoje (como o tijolo de barro cozido) faz o homem voltar seus olhos para a terra: inesgotável e acessível a todos.
Segundo o ABCTerra, a desvalorização da terra como material construtivo remonta há pouco mais de três séculos, quando a terra crua foi substituída pelo tijolo cozido, posteriormente industrializado e promovido pela sociedade industrial rica em energia (pois sua produção exige a queima de madeira, energia fóssil ou eletricidade). A partir de então, a casa de terra crua passou a significar habitação característica dos menos favorecidos e, portanto, repudiada. Mas este quadro se alterou a partir de 1973, com a crise de energia, aliada às preocupações ecológicas e à mudança de mentalidade dos escalões superiores das sociedades desenvolvidas.

EASTON (2006) acredita que hoje, metade da população mundial ainda vive ou trabalha em construções feitas com terra. Segundo dados do HABITERRA, 200 milhões de pessoas constroem com terra crua ainda hoje no mundo. Para a ABCTerra (Associação Brasileira dos Construtores com Terra), a construção com terra rompe a impessoalidade que caracteriza as construções padronizadas das grandes metrópoles.

Para CASANOVA (2003) as vantagens da construção com terra ainda vão desde a economia até a ecologia. Ele acredita que uma casa de alvenaria de 40 metros quadrados pode ficar 40% mais barata se for construída com terra. Para a mesma casa dispensando-se o tijolo cozido, menos 12 árvores de médio porte ou 170 litros de óleo deixam de ser queimados, gerando menos poluição e CO2 na atmosfera.

A construção com terra passou por inúmeros processos através dos tempos adequando-se às necessidades de cada cultura e local. Muitos estudos ultimamente vêm procurando formas de melhorar o comportamento físico-mecânico deste tipo de material para garantir-lhe longevidade e conseqüentemente viabilidade técnica.

As técnicas que utilizam a terra crua são diversas, podem ser tradicionais e artesanais como:
o Adobe: como os utilizados nessas imagens da casa Cantar do grilo feita pelo escritório português Betão e Taipa:

Pau a Pique, como neste projeto atual:

Paredes Monolíticas (TAIPA), como nesta casa americana:

O Cob., que é um sistema mais artesanal, feito com as mãos, alisando a parede, utilizando uma mistura com esterco:

O Cob Wood, que é bem interessante, por utilizar blocos de troncos de madeira:

Hoje há muitas técnicas atualizadas de construção com terra crua:
PISÉ para paredes monolíticas com uso de mangueira de alta pressão. O Pise é utilizado nas obras do arquiteto David Easton:

BLOCOS INDUSTRIALIZADOS DE SOLO CIMENTO: fabrica blocos de tijolo de solo cimento e vende prensas manuais e hidráulicas. A casa Modelo foi feita em blocos de solo-cimento, veja a parede de tijolos aparentes na escada:

Pisos permeáveis

A manutenção da permabilidade do solo tem sido um critério de sustentabilidade para muitas certificações verdes. Trata-se de algo importante, pois na medida que as grandes cidades vão impermeabilizando suas superfícies, as águas pluviais, ao não penetrarem no solo, vão sendo conduzidas alagando áreas mais baixas, causando enchentes. As águas precisam penetrar no solo, neste processo a água passa por filtragens naturais e é conduzida aos lençóis freáticos.

Selecionamos aqui alguns pisos permeáveis existentes no mercado, mostrando alternativas mais sustentáveis de revestimento de pisos externos:

A Braston e a Castelatto possuem uma ampla linha de pisos drenantes que se parecem com o fulget, mas drenam até 95% da água da chuva. No piso de acesso da casa modelo foram utilizadas placas de piso drenante de 80x80cm aplicados diretamente sobre o solo, além disso o caminho do carro é feito de piso grama, outro piso drenante e que ainda mantém a camada vegetada no terreno:

A Pietra pisos está lançando formatos diferenciados de pisos drenantes, como este:

Outro piso permeável são pisos de concreto assentados em cama de areia. Este modelo de piso intertravado ainda leva 80% de conteúdo de pneu reciclado e foi utilizado no piso da garagem da casa modelo.

O piso grama, mostrado na casa modelo, também é uma ótima alternativa para manter a permeabilidade do solo. Este modelo é da Lider Intertravados:

Coberturas sustentáveis

As coberturas dos edifícios são grandes responsáveis tanto pelo conforto ambiental no seu interior como na qualidade dos ambientes nas grandes cidades. Isto porque as coberturas são um grande pano de contato com o ambiente externo, interagem com os raios solares (absorvendo-os ou refletindo-os), influenciando tanto quem está dentro do edifício como no microclima urbano.

Neste post daremos exemplos de coberturas que podem ser consideradas mais sustentáveis.

As coberturas verdes são as mais populares, sendo os maiores exemplos de cobertura sustentável, pois além de seus ganhos térmicos, possui muitos ganhos para o microclima urbano.

As coberturas brancas vêm sendo muito divulgadas e já existem projetos de leis municipais no Brasil que incentivam o uso de telhas de cor clara. As telhas de cor clara têm alta capacidade reflexiva e impedem os ganhos de calor pela radiação do sol, melhorando o conforto térmico no interior do eficício. Além disso, as coberturas brancas não criam uma superficie quente, melhorando também o microclima urbano. No mercado existem telhas brancas com camadas termoacústicas que aumentam ainda mais o desempenho térmico da cobertura. O uso de coberturas reflexivas termoacústicas contam pontos nas certificações como LEED, Selo Azul da Caixa e AQUA. Se você tem uma cobertura escura, tem a alternativa de pintá-la de cor clara, segundo o Laboratório Lawrence Berkeley,na Califórnia, um telhado pintado de branco reflete até 90% do calor do Sol (diferente dos telhados escuros que absorvem), diminuindo em até 6 graus a temperatura dentro das edificações,com isso reduz de 20% a 70% o consumo de energia ligado a refrigeração dos ambientes( ar-condicionado e ventiladores).

No Brasil, há também telhas de material reciclado, feitas de tubo de pasta de dente ou de embalagens TetraPack. A casa Modelo feita pela Ecodhome tem a cobertura feita por estas telhas, que também são reflexivas devido à presença de alumínio.

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Há muitas soluções sustentáveis para as coberturas e é incrível pensar que as coberturas dos edifícios de uma cidade podem mudar a qualidade de vida de seus moradores. Portanto, cuidado ao selecionar o material para seu telhado! A Eco-cidade de TianJin, a ser construída na China é um exemplo a ser seguido, com seus telhados verdes e placas fotovoltaicas:

Caso você não abra mão de um telhado tradicional de telhas de barro, há a possibilidade de fazer escolhas acertadas: procure sempre comprar em empresas que têm garantia de qualidade; escolha por telhas sem esmalte, pois elas têm menos componentes tóxicos; escolha telhas de cores mais claras para refletirem os raios solares e utilize mantas de isolamento, muito comuns no mercado e que melhoram em 80% o conforto térmico da casa.

Casa Modelo de Sustentabilidade

Com intuito de servir de modelo para quem quer construir de forma mais sustentável, a Casa modelo foi criada pelo escritório Ecodhome e já possui 1 ano de existência. A Casa modelo chamada de Ecohabitat serve como uma exposição de tecnologias sustentáveis, saúdáveis e viáveis. Foi construída em Florianópolis e faz uso de diversas soluções de sustentabilidade:

– PROJETO BIOCLIMÁTICO: desenvolvido a partir de simulações computacionais para prever a iluminação e ventilação naturais, além de garantir o conforto térmico da casa sem uso de sistemas artificiais.
– TERRAÇO VERDE: para aumentar a cobertura verde minimizando o efeito das ilhas de calor;
– OCUPAÇÃO SUSTENTÁVEL: a casa é compacta e ocupa uma porção pequena do terreno, o restante é tratado com paisagismo ecológico e revesitimentos permeáveis para absorver as aguas pluviais, evitando enchentes e criando maior integração com o ecossistema local;
– MATERIAIS DE BAIXO IMPACTO: todos os materiais da obra foram selecionados rigorosamente e devem obedecer a alguns critérios de sustentabilidade: baixa emissão de poluentes, princípios de reciclagem, materiais regionais, madeiras certificadas, tintas de baixa emissão, entre outros;
– SISTEMA DE ÁGUA E ESGOTO ECOLÓGICOS: a casa faz proveito de água de chuva e limpa e reaproveita águas cinza (águas das lavações). As águas cinza passam por uma tratamento natural por filtro plantado e é reaproveitada nos vasos sanitários;
– ILUMINAÇÃO EFICIENTE: a iluminação diurna é sempre garantida por iluminação natural e a noturna é feita por lâmpas eficientes como fluorescentes e leds.

Este projeto e todas as suas soluções de saneamento e materiais está sendo disponibilizado para comercialização na loja virtual da Ecodhome, entre em contato!

eco casa
Ficha técnica:

Local: Florianópolis – SC

Ano do projeto: 2008

Soluções de sustentabilidade: projeto bioclimático fazendo uso de direconamentos propícios de Feng Shui, utilização de materiais de baixo impacto como tijolo de solo-cimento, telhado verde, reuso de água de chuva e de águas cinza, e aquecimento solar de água.

Projeto arquitetônico: Arq. Carine Nath

Veja o programa Missao casa mostrando a Casa Modelo:

Tintas ecológicas

Você sabia que a maioria das tintas que vemos por aí podem emitir componentes poluentes que fazem mal à natureza e à saúde? Mesmo depois de pintada, a superfície com tintas acrílicas, esmaltes e vernizes continua emitindo componentes contaminando o ar no interior dos edifícios. Estes componentes chamam-se COV, ou seja, componentes orgânicos voláteis.

As tintas do mercado possuem muitos componentes poluentes, tais como: benzeno, fenóis, chumbo, resinas alquídicas. Estes elementos, em grande quantidade no ar podem causar doenças e mal-estar nos usuários, um conjunto de sintomas da chamada Síndrome do Edifício Enfermo.

É muito comum verificar a presença da Síndrome do Edifício Enfermo em edifícios comerciais com grande quantidade desses materiais e pouca troca de ar em seu interior. Seus ocupantes podem apresentar desde baixo rendimento no trabalho, até dores de cabeça, congestão nasal, náuseas e cansaço.

O Benzeno está em todo o ar dos centros urbanos, pois provém da fumaça do cigarro, dos escapamentos dos automóveis, das tintas imobiliárias e emissões industriais diversas. O Benzeno pode causar sonolência, taquicardia, dores de cabeça tremores, vômito, entre outros sintomas que, apesar de não chamarem atenção, diminuem nossa qualidade de vida.  Os Fenóis e o Formaldeído, tão presentes em tintas e lacas, são compostos orgânicos poluentes e muito prejudiciais à saúde, podendo causar até câncer se inalados em grande quantidade.

E quais são as soluções?

Hoje, no mercado, já existem algumas opções de tintas e vernizes “sem cheiro” ou a base de água. Apesar destas indicações não classificarem o material como sustentável, podem garantir o menor impacto (segundo alguns atributos) do que o material convencional. Algumas empresas também vêm buscando minimizar a quantidade dessas substâncias nas tintas e algumas delas vem sendo certificadas pelo selo Sustentax, que garante que as tintas certificadas possuem baixa emissão de poluentes, como é o caso de muitas tintas Latex, por exemplo.

Outra solução é a busca por tintas que não contém nenhuma substância tóxica, como é o caso das tintas naturais, a base de cal e minerais. Essas tintas podem ser fabricadas na obra mesmo e tem um custo bastante reduzido, apesar de não oferecerem um padrão de qualidade satisfatório.  Algumas empresas vem fabricando tintas com qualidade bastante superior e de alta qualidade ambiental, como é o caso das Tintas Solum, utilizadas na casa modelo:

Imagem da Casa Modelo – parede com tinta Solum cor café com leite aplicada direto no reboco, parede com tinta Latex aplicada sobre selador a base de água e parede de tijolo a vista com resina impermeabilizante a base de água – soluções menos impactantes na obra.

tinta de cal

Pintura interna da Casa Modelo – pintura a base de cal feita na obra.

Como fazer uma pintura de cal:

Passo 1: em uma lata de 18 litros limpa e vazia coloque 1 pacote de cal especial para pintura e preencha com água até 4 dedos da borda. Deixe a mistura feita por 24 horas e mexa de vez em quando.

Passo 2: na hora do preparo misture o pó xadrez da cor desejada até o máximo de 500g para cada lata, adicione 200ml de óleo de linhaça e misture muito bem.

Passo 3: limpe a superfície de reboco (liso ou texturizado) e molhe-a com uma broxa;

Passo 4: aplique a mistura com broxa, começando por uma camada fina, geralmente são necessárias 3 demãos, é necessário aplicar uma demão logo após a outra, sem secar. Espere secar após a terceira demão para ver deu cobertura.