Eco atitude do dia – dia 7

Na nossa casa, instalamos um sistema de aquecimento de água por placas solares. Basicamente o sistema funciona da seguinte forma: a água fria circula por placas sob o sol, o que a aquece. A água quente naturalmente sobe para um boiler para armazenagem, de onde vem a água para o banho. Acho esse sistema extremamente simples e eficiente, como todas as coisas inteligentes e inspiradas na natureza.

Pela nossa experiência, no verão o sistema é extremamente auto suficiente, e a água chega a 50-60 graus Celcius no verão quando o dia tem sol e permanece quente por até 3 dias nublados. Isso permite uma economia de cerca de R$ 60,00 mensais na nossa conta de energia no verão, 60% de economia! No inverno, é um pouco diferente, a água só fica quente em dias muito ensolarados e atinge no máximo 40 graus Celcius, necessitando de um apoio, no nosso caso é um chuveiro elétrico com a chave na posição verão, o que ainda nos dá uns 30% de economia de energia.

Se você pretende instalar um sistema de aquecimento solar, preste atenção: ele realmente não pode ser utilizado sozinho, mas não instale boiler com aquecimento elétrico, pois isso custará caro e não é nada eficiente! O boiler fica aquecendo mesmo quando não tem ninguém usando a água! A dica é usar mesmo o chuveiro elétrico, barato e eficiente, ou usar uma serpentina no fogão a lenha ou lareira, que são mais usados no inverno:

Bom, mas voltando à ecoatitude do dia, ontem a água estava morninha e eu não queria usar o chuveiro elétrico, tomei um banho ultra rápido! Essa é a atitude: economize água e energia no banho: tome banhos rápidos e eficientes!

De acordo com a Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de 3,3 m³/pessoa/mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene). No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia! Os brasileiros gastam água demais no banho, até mesmo porque tomamos banho todos os dias, prática incomum no mundo, sabia? Mas não precisa parar de tomar banho, basta diminuir o tempo no chuveiro, um banho de 15 min gasta em torno de 135 litros de água, se diminuirmos pela metade, o que já é um bom banho, economizamos no final do mês mais de 2 mil litros!
Ah! Se vc mora em prédio e a pressão é muito alta, instale no chuveiro um controlador de vazão e economize mais água!

Isso sem falar que o banho também consome energia, um banho de chuveiro elétrico de 15 mim consome 135000W. Se o aquecimento for a gás ou a óleo, também estará consumindo energia, provinda do petróleo, material poluente e não renovável. Achei uma pesquisa feita pela USP que comprovou que o melhor e mais eficiente aquecimento de água é o solar + chuveiro elétrico, como ele se paga com o tempo (em média 3 anos) já que não consome muita energia, o custo acaba ficando igual ao chuveiro elétrico sozinho! Vejam a pesquisa:

Chuveiro elétrico
Água: R$ 0,13
Energia elétrica: R$ 0,09
Gás: –
Total: R$ 0,22

Consumo de água: 4 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 31
Híbrido (solar + chuveiro elétrico)
Água: R$ 0,14
Energia elétrica: R$ 0,08
Gás: –
Total: R$ 0,22

Consumo de água: 4,1 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 888
Solar
Água: R$ 0,31
Energia elétrica: R$ 0,04
Gás: –
Total: R$ 0,35

Consumo de água: 8,7 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 4.045
Gás
Água: R$ 0,28
Energia elétrica: –
Gás: R$ 0,30
Total: R$ 0,58

Consumo de água: 9,1 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 945
Boiler elétrico
Água: R$ 0,25
Energia elétrica: R$ 0,53
Gás: –
Total: R$ 0,78

Consumo de água: 8,4 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 1.855

Despesa mensal para família de quatro pessoas (cada um toma um banho por dia)

Chuveiro elétrico: R$ 26,40
Híbrido: R$ 26,40
Solar: R$ 42,00
Gás: R$ 69,60
Boiler: R$ 93,60

Dúvidas sobre aquecimento solar? Acesse aqui.

Cores na arquitetura sustentável

Muitas pessoas não sabem que a escolha das cores podem influenciar muito na sustentabilidade da casa.

No exterior do edifício a cor da fachada pode influenciar no seu grau de conforto térmico. Em países quentes como o Brasil, as cores claras, principalmente o branco são muito indicadas pois refletem os raios solares minimizando ganhos de calor para o interior, além de amenizar o microclima urbano. Para cálculo de desempenho térmico de paredes e coberturas, sempre é considerada a cor da superfície, as cores claras possuem menor absortividade às radiações:

A cor branca nas fachada está em alta hoje e refletem modernidade para as fachadas, como nestes projetos desenvolvidos pela Ecodhome:

fachada casa oeste

No interior as cores podem trazer várias sensações, trazendo conforto visual, sensitivo e lumínico. Segue as indicações de cada cor segundo diversas teorias de arquitetura ambiental:

Tons de azul: são calmantes, frescos (indicados para locais quentes) bom para quartos e locais em que se espera tranquilidade e repouso. Nos tons mais fortes, estimula a comunicação. Para pessoas depressivas indica-se tons mais aproximados do azul hortência.

Tons de verde: conhecido no Feng Shui como a cor da cura. É tom neutro indicado para todos os ambientes da casa, dá a sensação de maior contato com a natureza por isso geralmente é benéfico. Verde com outras cores naturais, tais como beje, palha e marrom, dão sensação de aconchego.

Tons de vermelho: é estimulante e indicado para lugares para atração de público, é estimulante e não deve ser utilizado em excesso nem em ambientes pequenos, pois o vermelho aproxima a parede dos olhos.

Tons de amarelo: muito na moda hoje, é cor estimulante indicada para escritórios e locais de refeições. Nos escritórios estimulam a criatividade e atividades em geral. Tons de amarelo abertos sã muito estimulantes e devem ser usados nos detalhes, cores de amarelo quente dão aconchego em ambientes frios, tons de amarelo “baunilha” fazem os espaços parecerem maiores. Os alaranjados estimulam o apetite e trazem alegria e disposição.

Branco: cor que melhora a iluminação em ambientes escuros, mas não é indicado para ambientes claros e frios. Muito indicado para ambientes confinados e pequenos, em paredes e tetos. Já existe no mercado uma tinta da Coral que reflete mais a luz no interior dos espaços. Decora Luz & Espaço, é uma tinta que ajuda a iluminar o seu ambiente, trazendo sensação de maior espaço, por contar com a tecnologia internacional LUMITEC, que apresenta partículas que refletem o dobro de luminosidade, se comparada a uma tinta convencional.

Cinza: também muito utilizado, para diminuir a frieza da cor, prefira os levemente bege, em tons de concreto.

Todas as cores escuras aproximam a parede do olhar, portanto diminuem os ambientes. Já as cores claras podem ser utilizadas em todas as paredes.

Sobre as tintas, lembre de escolher as menos emissivas e garanta mais saúde na sua casa!

Pisos permeáveis

A manutenção da permabilidade do solo tem sido um critério de sustentabilidade para muitas certificações verdes. Trata-se de algo importante, pois na medida que as grandes cidades vão impermeabilizando suas superfícies, as águas pluviais, ao não penetrarem no solo, vão sendo conduzidas alagando áreas mais baixas, causando enchentes. As águas precisam penetrar no solo, neste processo a água passa por filtragens naturais e é conduzida aos lençóis freáticos.

Selecionamos aqui alguns pisos permeáveis existentes no mercado, mostrando alternativas mais sustentáveis de revestimento de pisos externos:

A Braston e a Castelatto possuem uma ampla linha de pisos drenantes que se parecem com o fulget, mas drenam até 95% da água da chuva. No piso de acesso da casa modelo foram utilizadas placas de piso drenante de 80x80cm aplicados diretamente sobre o solo, além disso o caminho do carro é feito de piso grama, outro piso drenante e que ainda mantém a camada vegetada no terreno:

A Pietra pisos está lançando formatos diferenciados de pisos drenantes, como este:

Outro piso permeável são pisos de concreto assentados em cama de areia. Este modelo de piso intertravado ainda leva 80% de conteúdo de pneu reciclado e foi utilizado no piso da garagem da casa modelo.

O piso grama, mostrado na casa modelo, também é uma ótima alternativa para manter a permeabilidade do solo. Este modelo é da Lider Intertravados:

Louças e metais econômicos

As novas tecnologias das louças e metais sanitários trazem cada vez mais economia no consumo de água potável. Selecionamos alguns produtos encontrados no mercado que possuem este tipo de proposta:

A Deca vem se aprimorando e possui linhas bastante interessantes:
As linhas Decamatic e Decamatic eco são acionadas através de um leve toque e possuem fechamento automático, com potencial econômico de até 55% para as torneiras e de até 80% para os mictorios se comparados a produtos convencionais. Ambas as linhas são compostas por dispositivos economizados trazendo alem de economia, conforto com tecnologia de ponta aos usuários. O registro Decamatic pode ser utilizado inclusive no chuveiro, controlando o volume de água para o banho.

A linha Decalux possui o sistema elétrico ou bateria, sendo acionada automaticamente por sensor assim que alguém se aproxima, com um potencial econômico de até 75% para as torneiras e de até 80% para as válvulas de mictório em relação a produtos convencionais. Alem disso é muito econômica e trazem higiene e conforto aos usuários.

A linha Touch tem o mesmo funcionamento, mas com design mais moderno e iluminação com led:

Nas bacias sanitárias, os controles de vazão são as válvulas duplas de 3 e 6 litros que evitam desperdícios em mais de 60%. Os botões duplos já podem ser encontrados em diversas marcas e podem ser utilizados tanto em caixas acopladas como em válvulas de paredes. No caso de reforma é possível trocar a hydra por válvula de botão duplo e gerar economias.

Uma grande novidade é a bacia da Roca, a W+W, que reaproveita no vaso sanitário a água utilizada na pia. O sistema, além de bonito faz uso das águas cinza (como é chamada a água residual das lavações) gerando economia de quase 100% para o vaso sanitário.

Para gerar maiores economias também é indicado o uso de dispositivos economizadores que ajudam a minimizar em até 80% o consumo através de controle de vazão. Os arejadores, que inserem bolhas de ar no jato, diminuem o consumo das torneiras e podem ser comprados separadamente e acoplados numa torneira antiga. Se você mora em um local com pressão de água muito forte, deve colocar restritores de vazão no chuveiro e torneiras, o que pode economizar muito o consumo.

Design inteligente é design sustentável

Cada vez mais percebemos que os modismos não vêm para ficar e sim para ir embora rapidinho! O foco tem sido este, nada dura muito tempo e você logo quer trocar de sofá, de estante, de cores, de paredes… antes mesmo disto tudo estragar ou estar em mau estado. A obselescência das modas chegam antes da obselescência do próprio objeto. E a sustentabilidade, onde fica?

Acreditamos que design inteligente mesmo é aquele que vem para ficar, que dura anos, é atemporal, honesto, útil, inovador, isso sim é sustentabilidade. Um design muito modista não tem durabilidade e perde razão de ser em poucos anos, ou seja, é um design ruim, como dizia o grande mestre Dieter Rams: “O bom design é tão pouco design quanto possível”. O desenho de Dieter é bruto, limpo, direto, mas causou uma revolução, mostrando que a simplicidade e a modulação leva a obselescência para longe.

Vivemos num mundo super-consumista, porém nossos estilo de vida não se sustentará por muito tempo, é preciso mudar padrões. Projetar os ambientes internos deve ser tarefa inteligente, com olhar apurado sobre o que já existe e o que deverá ser criado, avaliando tudo que entrará e sairá do processo. Um grande nome, que veio para revolucionar conceitos de design é Ken Yeang, em seu livro Ecodesign ele oferece um novo desafio ao design e traça novos paradigmas a serem seguidos:

 Projetar para reutilização (DFD);
 Projetar para reciclagem (DFD);
 Projetar para durabilidade;
 Projetar para reduzir a quantidade de materiais usados;
 Projetar para minimizar o desperdício;
 Projetar para a reintrodução ao ambiente natural, utilizando materiais biodegradáveis e atóxicos;
 Projetar para o conserto e manutenção para a reutilização;
 Projetar para o aperfeiçoamento, “upgrading”;
 Projetar para substituição.
 Use materiais reciclados e recicláveis onde for possível;
 Minimize o número de tipos de materiais;
 Evite materiais tóxicos e perigosos;
 Evite materiais compostos, pois podem ser de difícil reciclagem;
 Padronize e identifique sempre os tipos de materiais;
 Minimize o número de diferentes tipos de componentes;
 Use conexões mecânicas ao invés de químicas;
 Use projeto modular;
 Projete juntas e conectores para resistir a montagens e desmontagens repetidas;
 Use materiais e componentes leves;
 Identifique sempre o ponto da desmontagem.

Procurando seguir este modelo, a Ecodhome projetou a loja Eco, que desde o princípio foi sustentável. A loja Eco comercializa produtos infantis de empresas que possuem ações sócio-ambientais comprovadas. O projeto da loja partiu do conceito “less is more” tentando minimizar a quantidade de móveis e “coisas” sem uso, tudo dentro da loja tem uma razão de ser e os móveis foram limpos retos e modulares, porém sem perder o charme, assim as mudanças do tempo podem ocorrer sem percalços e perdas e os módulos podem até serem reaproveitados para outros usos, como o doméstico.

Saiba mais sobre o projeto e assista ao vídeo que explica todo o processo de criação da loja Eco, projetada pela Arquiteta Carine Nath da Ecodhome, AQUI.

Coberturas sustentáveis

As coberturas dos edifícios são grandes responsáveis tanto pelo conforto ambiental no seu interior como na qualidade dos ambientes nas grandes cidades. Isto porque as coberturas são um grande pano de contato com o ambiente externo, interagem com os raios solares (absorvendo-os ou refletindo-os), influenciando tanto quem está dentro do edifício como no microclima urbano.

Neste post daremos exemplos de coberturas que podem ser consideradas mais sustentáveis.

As coberturas verdes são as mais populares, sendo os maiores exemplos de cobertura sustentável, pois além de seus ganhos térmicos, possui muitos ganhos para o microclima urbano.

As coberturas brancas vêm sendo muito divulgadas e já existem projetos de leis municipais no Brasil que incentivam o uso de telhas de cor clara. As telhas de cor clara têm alta capacidade reflexiva e impedem os ganhos de calor pela radiação do sol, melhorando o conforto térmico no interior do eficício. Além disso, as coberturas brancas não criam uma superficie quente, melhorando também o microclima urbano. No mercado existem telhas brancas com camadas termoacústicas que aumentam ainda mais o desempenho térmico da cobertura. O uso de coberturas reflexivas termoacústicas contam pontos nas certificações como LEED, Selo Azul da Caixa e AQUA. Se você tem uma cobertura escura, tem a alternativa de pintá-la de cor clara, segundo o Laboratório Lawrence Berkeley,na Califórnia, um telhado pintado de branco reflete até 90% do calor do Sol (diferente dos telhados escuros que absorvem), diminuindo em até 6 graus a temperatura dentro das edificações,com isso reduz de 20% a 70% o consumo de energia ligado a refrigeração dos ambientes( ar-condicionado e ventiladores).

No Brasil, há também telhas de material reciclado, feitas de tubo de pasta de dente ou de embalagens TetraPack. A casa Modelo feita pela Ecodhome tem a cobertura feita por estas telhas, que também são reflexivas devido à presença de alumínio.

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Há muitas soluções sustentáveis para as coberturas e é incrível pensar que as coberturas dos edifícios de uma cidade podem mudar a qualidade de vida de seus moradores. Portanto, cuidado ao selecionar o material para seu telhado! A Eco-cidade de TianJin, a ser construída na China é um exemplo a ser seguido, com seus telhados verdes e placas fotovoltaicas:

Caso você não abra mão de um telhado tradicional de telhas de barro, há a possibilidade de fazer escolhas acertadas: procure sempre comprar em empresas que têm garantia de qualidade; escolha por telhas sem esmalte, pois elas têm menos componentes tóxicos; escolha telhas de cores mais claras para refletirem os raios solares e utilize mantas de isolamento, muito comuns no mercado e que melhoram em 80% o conforto térmico da casa.

Iluminação eficiente

Os gastos com iluminação artificial podem gerar um alto custo mensal para os edifícios, o planejamento de uma iluminação ineficiente torna-se tarefa imprescindível para os arquitetos que pretendem alcançar a alta qualidade nos espaços construídos.

Planejar eficientemente a iluminação não é apenas usar lâmpadas de baixo consumo, é preciso considerar uma série de fatores que podem afetar na eficiencia geral da iluminação. A Ecodhome desenvolveu uma espécie de checklist para o desenvolvimento de um projeto de iluminação eficiente:

1. Otimizar a iluminação natural: um projeto eficiente começa desde os primeiros traços arquitetônicos, quando se pensa em arquitetura bioclimática. Um edifício eficiente aproveita a luz solar durante todo o dia, mas sem ganhar calor através dos raios solares. Esta é uma tarefa difícil e precisa ser bem pensada fazendo-se uso de vários elementos de fachada que permitam o ganho da luz, sem ganhos excessivos de calor, tais como: uso de vidros epeciais, uso de brises, platibandas, clarabóias, domos, etc. Um projeto de iluminação natural eficiente deve considerar inclusive a qualidade da iluminação pretendida, que satisfaça os usos da edificação ou valorize formas e ambientes internos. A seguir o exemplo de uma boa iluminação natural do projeto dos arquitetos José Gomes e Karla Figueiredo:

2. Calcular a iluminação artificial: na hora de projetar o sistema artificial é preciso, em primeiro lugar calcular a iluminação requerida para que, a iluminação fornecida não exceda o necessário, o que é muito comum. Este cálculo permite que se atinja um maior conforto lumínico no espaço, garantindo que todos os espaços estejam confortavelmente iluminados. Para isso considera-se a iluminação mínima de 500 lumens para área de pouca permanência e 1000 lumens para áreas de trabalho. Calcula-se também uma previsão da iluminação natural ao longo do dia e durante as diferentes situações do céu (dia de sol, céu encoberto, por exemplo) para verficar em quais situações a iluminação artificial será necessária. Hoje é possível planejar a iluminação através de programas computacionais que fornecem os dados sobre a iluminação natural.

3. Criar diferentes circuitos de iluminação: ao se verificar que a iluminação natural muda em cada área do espaço é preciso que os circuitos de iluminação sejam projetados a partir destas situações, para que fiquem ligadas apenas as lâmpadas necessárias para cada situação. A criação de circuitos diferentes para iluminação geral e iluminação específica é uma forma de se manter ligadas apenas as lâmpadas necessárias para cada tarefa. Um local nunca é homogêneo em iluminação natural e o que ocorre é que no final do dia, algumas áreas sofrem escurecimento mais cedo e a iluminação artificial deve prever estas áreas, fornecendo iluminação apenas nestes pontos, diminuindo os consumos energéticos. A iluminação artificial poderá ser ligada gradativamente, na medida que a iluminação natural vai decaindo. Já existem no mercado aparelhos de automação que fazem esta função automaticamente através de dimers. Os dimers manuais também são muito eficientes nestas situações. É importante lembrar que há muitas lâmpadas econômicas que não podem ser dimerizadas. A seguir um exemplo de iluminação artificial e natural em conjunto:

4. Utilização de luminárias eficientes: muitas luminárias do mercado não aproveitam toda a iluminação da lâmpada, sendo que parte dela é perdida, sendo necessário um consumo maior de energia. As luminárias com policarbonato, por exemplo, podem perder até 40% da iluminação. Cada luminária deve ser escolhida para cada uso, por exemplo, para a as área de trabalho, é muito indicado a iluminação por pendentes, que aproximam a iluminação da mesa; outro exemplo é a iluminação geral por lâmpadas refletoras que rebatem a luz internamente fazendo a luz distribuir melhor pelo ambiente. A seguir exemplos:

5. Equipamentos eficientes: por fim o uso de lâmpadas de baixo consumo são a melhor opção para iluminar ambientes, há hoje no mercado uma variedade grande de lâmpadas eficientes. Para garantir a eficiência da lâmpadas o fornecedor sempre informa a quantidade de lumens por watt, ou seja, quanto ilumina cada Watt consumido pela lâmpadas. São consideradas lâmpadas eficientes aquelas que têm mais de 60lm/w.

Veja o exemplo da loja Eco Moda para Crianças, projetada pela Ecodhome, que utilizou leds, lâmpadas fluorescentes modernas e lâmpadas de vapor metálico, que são consideradas muito eficientes:

VEJA O PROJETO AQUI!

Você precisa de um projeto eficiente? Entre em contato com a Ecodhome.